A OBESIDADE NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA

Tipo de documento:Revisão bibliografica

Área de estudo:Administração

Documento 1

O objetivo deste trabalho é descrever a obesidade na infância e na adolescência. Sua metodologia é um tipo de pesquisa bibliográfica, em artigos científicos, disponíveis em sites e bibliotecas virtuais. Considera que o excesso de peso é uma doença de caráter multifatorial onde se atribui causas como sedentarismo e hábitos alimentares errados, onde antes era em adultos e hoje se apresenta entre crianças e adolescentes, desse modo a orientação nutricional e a prática de exercícios físicos são fundamentais para o desenvolvimento de um estilo de vida saudável, assim como mudar o comportamento é fundamental para que a criança consiga obter novos hábitos, já que o tipo de alimentação seguido pela criança reflete o hábito alimentar da família.

Palavras-Chaves: Obesidade na infância e adolescência, papel da atividade física, fatores associados, obesidade e ingestão alimentar. ABSTRACT Overweight is one of the health problems that affect children and adolescents, there is evidence that the problem is growing very fast every day, classified as a health problem of the 21st century. IL-6 Interleucina IMC Índice de massa corporal. OMS Organização mundial da saúde. PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar. PNAM Política Nacional de Alimentação e Nutrição. PubMed Medical literature analysis. CONCLUSÃO 22 REFERÊNCIAS 24 1. INTRODUÇÃO A obesidade uma doença crônica, multifatorial, caracterizada pelo acúmulo excessivo de tecido adiposo no organismo e com distúrbio do metabolismo energético, cuja consequência é o armazenamento excessivo de energia sob a forma de triglicerídeos no tecido adiposo (CUI, LÓPEZ et al, 2017) Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade é uma doença que reflete a interação entre fatores dietéticos e ambientais com uma predisposição genética.

a obesidade tem como causas as alterações hormonais, genéticas, socioculturais, psicológicas, diminuição do gasto energético, aumento da ingestão alimentar e sedentarismo (OMS,2015). De acordo com a literatura, a obesidade de origem genética está relacionada a uma porcentagem muita baixa (2 a 5%), enquanto a obesidade exógena, que está associada ao sedentarismo e aos maus hábitos alimentares, é responsável por 95 a 98% dos casos). Os mecanismos fisiopatológicos observado durante a obesidade, são responsáveis pela regulação de apetite, aumento do tecido adiposo e resistência à insulina que acaba gerando mudanças metabólicas e endócrinas dos tecidos (ALBQUERQUE et al,2019). Realizar uma analisar do cenário epidemiológico da obesidade no Brasil. Esclarecer os riscos e complicações da obesidade infantojuvenil e explicar as formas de tratamento para a obesidade indicar a importância do acompanhamento nutricional nesses ciclos da vida.

METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica, em que foram utilizados artigos científicos indexados nas bases de dados, The Scientific Electronic Library Online (Scielo), PUBMED, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico sendo selecionados os artigos apresentados nos idiomas português e inglês. Para as buscas das referências, foi realizado uma pesquisa sistemática com inclusão de artigos publicados entre 2010 e 2020. Tal intervalo foi com o intuito de resgatar artigos sobre obesidade na infância e adolescência e aspectos nutricionais, período que contém informações mais relevantes acerca do tema 3-DESENVOLVIMENTO 3. Fica evidenciado que a fisiopatologia da obesidade pode estar associada a fatores genéticos, assim como fatores ambientais. Os parâmetros utilizados para detectar a obesidade durante a infância e adolescência estão descritos na tabela 1, os dados fornecido de percentil >99,9 ou escore-Z+3 é classificado como obesidade grave , entre as idades de 5 a 20 anos, de (MANUAL DE DIETAS E CONSULTAS NUTRICIONAIS,2014).

Tabela 1: Classificação do estado nutricional de acordo com IMC/IDADE por percentil e escore-Z Percentil Escore-z 0-5 anos incompletos 5-20 anos incompletos > 85 e ≤ 97 > +1 e ≤ +2 Risco Sobrepeso Sobrepeso > 97 e ≤ 99,9 > +2 e ≤ +3 Sobrepeso Obesidade > 99,9 > +3 Obesidade Obesidade Grave Fonte: WHO. Os fatores que contribui para o quadro de obesidade, são os hábitos alimentares inadequados, no qual compõe alimentos ultraprocessados, pouca atividade física associados a inatividade causadas pelos avanços tecnológicos computadores, vídeo games e televisão, ocupando o tempo que era gasto com atividades recreativas que tinha o gasto calórico (CERQUEIRA,2020) A obesidade durante a infância está classificada em dois grandes grupos: com resistência periférica à insulina, como descrito na tabela 2, e sem resistência à insulina, enquanto a resistência periférica a insulina, surgi precocemente e o exame físico revela predominância de adiposidade nas regiões abdominais e cervical e acantose nítricas, o tratamento mais difícil e demorado.

A obesidade sem resistência à insulina, apresenta poucas comorbidades, e não tão graveis, além de melhor adesão ao tratamento convencional, respondendo de forma mais rápida às medidas terapêuticas (ALMEIDA et al,2018) A tabela 2 descrever os índices para classificar a obesidade com resistência periférica a insulina entre as faixas etárias de 7 a 17 anos. MOREIRA, OLIVEIRA,2014). As Dislipidemias e o aumento anormal das concentrações de lipídios ou lipoproteínas, acima de 150 mg/d,L, durante a infância (ANDRADE, BRITO,2018). Problemas ortopédicos relacionados a obesidade se dar pelo aumento excessivo do peso e consequentemente afetando o aparelho locomotor, geralmente apresentando modificações nos joelhos, tornozelos e pernas. LOPES, FRETAS,2020). Crianças e adolescentes obesos ficam expostos a diversas doenças devido à baixa qualidade de vida, além de desenvolver problemas emocionais, baixa autoestima e discriminação (OBESIDADE NA INFANCIA E ADOLESCECIA,2014).

O Brasil baseia suas alternativas no enfrentamento da obesidade em formulações de ações que visam à prevenção e o tratamento. Estudos apontam um considerável esforço nas ações que almejam conter os avanços da obesidade. Com relação às políticas públicas da saúde do governo brasileiro, verifica-se que as intervenções buscavam atender situações imediatas e específicas, especialmente as que poderiam afetar a aspectos econômicos ou sociais. Assim, apenas nas ocasiões em que determinadas endemias ou epidemias se tornavam foco de atenção devido a possíveis reflexos no aspecto econômico ou social no interior do sistema capitalista vigente, é que se apresentavam como alvo de preocupações por parte do poder governamental, transformando-se ao menos em discurso institucional, até que novamente ocupassem a um patamar secundário, quando então deixam de ter a relevância necessária.

PIMENTA, ROCHA, Pág139,2015). Desse modo fica claro que a orientação nutricional e essenciais no tratamento da obesidade infantil, proporcionando perda de peso controlada, de acordo com o crescimento e desenvolvimento normal da criança REFERÊNCIAS ALBQUERQUEL. C; SILVAK. P. A. Alterações metabólicas na obesidade infantil e fatores de risco cardiovascular: uma revisão integrativa. A; Sampaio,H; Almeida,P; recomendações dietéticas no tratamento da obesidade infantil: semelhanças e discrepâncias segundo categoria profissional CERQUEIRA. R; GARCIA. P. Estratégias nutricionais para a prevenção e tratamento da obesidade na infância e adolescência. Brasília, 2-18, 2020. br) LOPES, P; FREITAS. E, et al. Alterações ortopédicas em crianças eutrofias e obesas - alterações ortopédicas em crianças. Perspectivas Online: Biológicas & Saúde, v.

n. Enferm. jan. mar. MINISTÉRIO DA SAÚDE, Atlas da obesidade infantil no brasil, disponível em: dados_atlas_obesidade. pdf MINISTÉRIO DA SAÚDE. T; ROCHAB. R, et al, Políticas Públicas de Intervenção na Obesidade Infantil no Brasil: uma Breve Análise da Política Nacional de Alimentação e Nutrição e Política Nacional de Promoção da Saúde, UNOPAR Cient Ciênc Biol Saúde 2015;17(2):139-46. REIS. C; VASCONCELOS. I; BARROS. A; PIANTAMAR. J, et al - Obesidade infantil: recomendações para orientação inicial. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA Manual de Orientação: Obesidade na infância e adolescência, 3°Ed, 2019.

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